Capítulo Um.
Para Taran
— A estrela mais brilhante no meu céu
AS QUATRO
CASAS DE MIDGARD
Conforme decretado em 33 VE pelo Senado Imperial na cidade eterna
CASA DE TERRA E SANGUE
Shifters, humanos, bruxas, animais comuns e
muitos outros para quem Cthona chama, assim como alguns escolhidos por Luna.
CASA DE CÉU E RESPIRAÇÃO
Malakim (anjos), Feéricos,
elementais, sprites,* e aqueles que são abençoados por Solas, junto com alguns
preferidos por Luna.
CASA DE MUITAS ÁGUAS
Espíritos do rio, mer, bestas aquáticas,
ninfas, algas, nøkks e outros assistidos por Ogenas.
CASA DE
CHAMA E SOMBRA
Daemonaki, Reapers, espectros, vampiros, draki,
dragões, necromantes e muitas coisas más e sem nome que nem a própria Urd pode
ver.
PARTE 1
A CAVIDADE
1
Havia um lobo na porta da galeria.
O que significava que deveria ser
quinta-feira e que Deus sabia que Bryce estava malditamente cansada de depender
das idas e vindas de Danika para descobrir que dia era hoje.
A porta de metal pesado da Griffin
Antiquities bateu com o impacto do punho do lobo - um punho que Bryce
sabia que acabava com a pintura roxa metálica de suas unhas e a deixava com uma
extrema necessidade de manicure. Um batimento cardíaco depois, uma voz feminina
latiu, meio abafado através do aço, ── Abra o Hel, B. Está quente pra porra
aqui!.
Sentada à mesa na modesta sala de
exposições da galeria, Bryce sorriu e puxou o ferro da porta da frente. Enfiando
uma mecha de seu cabelo vermelho-vinho atrás de uma orelha pontiaguda, ela
perguntou no interfone:
── Por
que você está coberta de sujeira? Parece que você estava chafurdando no
lixo.
── O
que diabos significa Chafurdando?
Danika pulou de pé em pé, suor brilhando
em sua testa. Ela o enxugou com a mão suja, manchando o líquido preto lá.
──Você
saberia se você um dia pegasse em um livro, Danika.
Feliz pelo descanso no que tinha sido uma
manhã de pesquisa tediosa, Bryce sorriu quando ela se levantou da mesa. Sem
janelas exteriores, a extensa galeria de equipamentos de vigilância servia como
seu único aviso sobre quem estava além paredes grossas. Mesmo com sua audição
aguda e meio Feérica, ela não conseguia entender muito o que ocorria além da
porta de ferro, exceto pelo punho ocasional. As paredes de arenito sem
adornos do edifício, desmentia a mais recente tecnologia de classe A: O Feitiço
operacional que mantinha e preservava muitos dos livros dos arquivos abaixo.
Como se apenas o fato de pensar no nível
sob os saltos altos de Bryce tivesse convocando-a, uma pequena voz perguntou
por trás dos arquivos de quinze centímetros de espessura na porta à sua
esquerda: ── É Danika?
── Sim,
Lehabah.
Bryce passou a mão pela porta da frente,
lidadando com os encantamentos que cantarolavam contra a palma da sua mão,
deslizando como fumaça sobre sua pele sardenta e dourada. Ela cerrou os dentes
e resistiu, ainda não acostumada com a sensação, mesmo depois de um ano
trabalhando na galeria.
Do outro lado da porta enganosamente
simples de metal até o arquivos, Lehabah alertou: ── Jesiba
não gosta dela aqui.
Você não gosta dela aqui. Bryce alterou, seus olhos cor de âmbar se
estreitando em direção à porta dos arquivos, onde sabia que um pequeno sprite
de fogo pairava do outro lado, espionando como sempre fazia quando alguém se
levantava na frente. ──Volte ao trabalho.
Lehabah não respondeu, presumivelmente
descendo as escadas para guardar os livros abaixo. Revirando os olhos, Bryce
abriu a porta da frente, recebendo em seu rosto, Um calor tão seco que ameaçava sugar a vida
dela.O verão apenas começara.
Danika não parecia apenas como se estivesse chafurdando no lixo. Ela também cheirava. Tufos de seus cabelos loiros prateados - normalmente um lençol liso e sedoso - enrolado em uma trança longa e apertada, os traços de ametista, safira e rosa salpicado com alguma substância escura e oleosa que cheirava a metal e amônia.
Danika não parecia apenas como se estivesse chafurdando no lixo. Ela também cheirava. Tufos de seus cabelos loiros prateados - normalmente um lençol liso e sedoso - enrolado em uma trança longa e apertada, os traços de ametista, safira e rosa salpicado com alguma substância escura e oleosa que cheirava a metal e amônia.
── Demorou
o suficiente, ── Danika resmungou, e andou arrogantemente para dentro da galeria,
a espada amarrada nas costas balançando a cada passo. Sua trança sendo se emaranhando
ainda mais no punho de couro gasto, e quando ela parou diante da mesa, Bryce
teve a liberdade de forçar a trança livre. Ela mal a desembaraçara antes que os
dedos finos de Danika soltassem as tiras que mantinham a espada embainhada em
sua Jaqueta de couro desgastada.
── Eu
preciso despejar isso aqui por algumas horas ──
disse ela, puxando as tiras das
suas costas e apontando para o armário de suprimentos escondido atrás de um
painel de madeira do outro lado da sala de exposições.
Bryce encostou-se na borda da mesa e
cruzou os braços, dedos roçando o tecido preto elástico de seu vestido
apertado. ── Sua bolsa de academia já está fedorenta. Jesiba estará de volta
ainda esta tarde e ela jogará suas coisas no lixo novamente, se ainda estiver
aqui. ── Era a coisa suave que Jesiba Roga poderia desencadear se fosse
provocada.
Uma
feiticeira de quatrocentos anos de idade que nasceu bruxa e foi desertada,
Jesiba se juntou à Casa da Chama e das Sombras e agora respondia apenas ao
próprio sub-rei. Chama e Sombra combinavam bem com ela - ela possuía um arsenal
de feitiços para rivalizar com qualquer feiticeiro ou necromante na escuridão
das casas. Ela era conhecida por mudar pessoas em animais quando irritadas o
suficiente. E Bryce certamente nunca ousara perguntar se os pequenos animais
nas dezenas de tanques e terrários sempre foram animais e, definitivamente,
Bryce nunca tentou irritá-la. Não que houvesse lados seguros quando os Vanir
estavam envolvidos. Até o menos poderoso dos Vanir - um grupo que cobria todos
os seres em Midgard além de humanos e animais comuns - podem ser mortais.
── Eu
venho buscá-la mais tarde, ── Danika prometeu, empurrando o painel
oculto para abri-la.
Bryce a avisou três vezes agora que o armário
de suprimentos da galeria não era seu armário pessoal. No entanto, Danika
sempre respondeu que a galeria, localizada no coração da Praça Velha, ficava
mais centralmente localizado do que o Den dos lobos em Moonwood. E foi isso.
O armário de suprimentos se abriu e Danika
acenou com a mão na frente do rosto dela ── Minha
mochila está fedendo a esse lugar? ── Com uma bota preta, ela tocou o mochila
flácida que segurava o equipamento de dança de Bryce, atualmente entre o
esfregão e balde. ── Quando diabos você lavou essas roupas pela última vez?
Bryce torceu o nariz ao cheiro de sapatos
velhos e roupas suadas que flutuou para fora. Certo - ela tinha esquecido de
levar para casa o collant e as calças justas para lavar depois de uma aula na
hora do almoço, dois dias atrás. Principalmente depois que Bryce tinha obecido
Danika depois que a mesma, após enviar-lhe um vídeo de um monte de mirthroot no
balcão da cozinha, música já explodindo da caixa de som e batidas pelas
janelas, lhe mandava correr para casa rapidamente.
Elas haviam fumado o suficiente para que
houvesse uma boa chance de Bryce ainda estar alta ontem de manhã quando ela
tropeçou no trabalho. Já que realmente não havia outra explicação para o motivo
dela ter levado dez minutos para digitar um e-mail de duas frases naquele dia.
Letra por letra.
── Não
importa ── disse Bryce. ── Você ainda me deve uma.──
Danika reorganizou a porcaria no armário para abrir espaço para ela própria.
── Eu
disse que estava arrependida por ter comido seu macarrão restante. Vou te
comprar mais hoje à noite.
── Não
é isso, idiota, porém de novo: foda-se. Esse era o meu almoço de hoje. ──
Danika riu. ── E essa tatuagem dói como Hel ── reclamou Bryce. ── Eu
não posso nem me encostar na minha cadeira.
Danika respondeu com uma voz cantada: ──O
artista avisou que seria dolorido por alguns dias.
── Eu
estava tão bêbada que escrevi meu nome errado na renúncia. Eu dificilmente
diria que eu estava em um bom lugar para entender o que 'dor por alguns dias'
significava. ── Danika, que tinha feito uma tatuagem correspondente ao texto
agora rolando para baixo nas costas de Bryce já estavam curadas. Um dos
benefícios de ser um completo Vanir com sangue puro: tempo de recuperação
rápido comparado aos humanos - ou um meio-humano como Bryce.
Danika enfiou a espada na bagunça do
armário. ── Eu prometo que vou ajudá-la a congelar sua dor hoje à noite.
Apenas deixe-me tomar banho e eu vou sair daqui em dez.
Não era incomum sua amiga aparecer na
galeria, especialmente em Quintas-feiras, quando sua patrulha matinal terminava
a poucos quarteirões de distância, mas ela nunca usou o banheiro completo nos
arquivos do andar de baixo.
Bryce acenou para a sujeira e graxa. ── O
que é isso em você? ── Danika fez uma careta, os planos angulares do rosto amassando.
── Eu
precisei acabar com uma briga entre um sátiro e um nighttalker. ──
Ela mostrou seu dentes brancos para a substância negra que cobria suas mãos. ── Adivinhe
qual deles vomitou seus sucos para mim.
Bryce bufou e apontou para a porta do
arquivo. ── O chuveiro é seu. Há algumas roupas limpas na gaveta de baixo da
mesa.
Os dedos imundos de Danika começaram a
puxar a maçaneta da porta do arquivo. Sua mandíbula se contraiu, a tatuagem
mais antiga em seu pescoço - o lobo sorridente e com chifres que servia como um
sigilo para a manada de demônios - ondulando de tensão. Não pelo esforço, Bryce
percebeu ao notar as costas duras de Danika.
Bryce olhou para o armário de suprimentos,
que Danika não se incomodou em fechar. A espada, famosa nesta cidade e muito
além dela, inclinou-se contra o vassoura e esfregão, sua bainha de couro antiga
quase obscurecida pelo recipiente cheio de gasolina usado para abastecer o
gerador elétrico nos fundos. Bryce sempre se perguntou por que Jesiba se
incomodava com um antigo gerador - até a interrupção da luz da cidade na semana
passada. Quando o poder falhou, apenas o gerador manteve as travas mecânicas no
lugar durante os saques que se seguiram, quando os creeps surgiram do mercado
de carnes bombardeando a porta da frente da galeria com contra-feitiços para
romper os encantamentos. Mas... Danika largou a espada no escritório,
precisando de um chuveiro. Suas costas duras.
Bryce perguntou: ──Você
tem uma reunião com os chefes da cidade? ── Nos cinco anos desde que elas se
conheceram como calouras na Crescent City University, Bryce podia contar com
uma das mãos o número de vezes que Danika foi convocada para uma reunião com as
sete pessoas importantes o suficiente para que mereça um banho e uma muda de
roupa. Mesmo enquanto entregava relatórios para seu avô, o Prime dos lobos
Valbaran, e para Sabine, sua mãe, Danika usava aquela jaqueta de couro, jeans e
qualquer outra peça vintage ou camiseta da banda que não estivesse suja. Claro,
isso irritava Sabine sem parar, mas tudo sobre Danika— e Bryce - irritava a
Alpha dos pacotes de lua da Foice, chefe entre os unidades shifter no Auxiliar
da cidade.
Não importava que Sabine fosse a herdeira principal
dos Valbaran e que fosse a herdeira de seu pai, já idoso por séculos, ou que
Danika fosse oficialmente a segunda na fila para o título. Não quando os
sussurros giravam por anos que Danika deveria ser escolhida para ser a herdeira
principal, ignorando a sua mãe. Não quando o velho lobo deu à neta da família,
a sua espada de herança depois de séculos prometendo a Sabine que lhe daria
apenas na sua morte. Segundo ele, a lâmina havia chamado Danika no seu décimo
oitavo aniversário como um uivar em uma noite de luar, ou ao menos, foi o que o
Prime havia dito para explicar sua inesperada decisão. Sabine nunca tinha
esquecido essa humilhação e especialmente quando Danika carregava a lâmina
quase em toda parte e especialmente na frente de sua mãe.
Danika parou no arco aberto, no topo dos
degraus de carpetes verdes que levava até os arquivos embaixo da galeria ─ onde os
verdadeiros tesouros eram guardados por Lehabah dia e noite ── A verdadeira razão pela
qual Danika, que estudava história na CCU, gostava de aparecer com tanta
frequência: apenas para navegar nas artes e nos livros antigos, apesar das brincadeiras
de Bryce sobre seus hábitos de leitura.
Danika virou-se, e seus olhos caramelos se
fecharam. ── Philip Briggs está sendo libertado hoje.
Bryce suspirou. ── O que?
── Eles estão deixando ele ir
com algum maldito tecnicismo. Alguém estragou a papelada. Estamos recebendo a atualização
completa na reunião. ──
Ela apertou sua mandíbula magra, o brilho das
primeiras luzes nas arandelas de vidro ao longo da escada ricocheteando nos seus
cabelos sujos. ── Isso é tão fodido.
O
estômago de Bryce agitou-se. A rebelião humana permaneceu confinada nas regiões
do norte de Pangera, o vasto território do outro lado do Haldren Sea, mas
Philip Briggs fez o possível para levá-lo a Valbara.
── Vocês e o bando o prendeu
bem no seu pequeno laboratório rebelde de bombas, no entanto.
Danika bateu o pé na bota verde. ── É a porra da Burocrácia.
── Ele ia explodir um clube.
Você literalmente encontrou as plantas dele para explodir o Corvo Branco. ── Como uma das boates mais
populares do cidade, a perda de vidas teria sido catastrófica. Os atentados
anteriores de Briggs foram menores, mas não menos mortais, todos projetados
para desencadear uma guerra entre os humanos e Vanir para coincidir com o clima
frio mais furioso de Pangera. Briggs não escondeu seu objetivo: um conflito
global que custaria a vida de milhões de ambos os lados. Vidas que seriam
dispensáveis se isso significasse a possibilidade de os seres humanos derrubarem
aqueles que os oprimiram - Os Vanir magicamente dotados e duradouros e, acima
deles, os Asteri, que governam o planeta Midgard da Cidade Eterna em Pangera.
Mas Danika e o seu bando de demônios
haviam parado a trama. Ela havia pego Briggs e seus principais apoiadores,
todos parte dos rebeldes de Keres, e poupados inocentes de sua marca de
fanatismo.
Como uma das unidades de troca de elite auxiliar
de Crescent City, O bando de demônios patrulhava a Praça Velha, certificando-se de vigiar as pessoas embriagadas, Os turistas para que não ficassem bêbados demais e virassem turistas
mortos quando se aproximassem da pessoa errada, Certificando-se de que os bares
e cafés e as salas de música e lojas permanecessem a salvo de qualquer vida
baixa que rastejava para a cidade naquele dia. E claro, certificando-se de que
pessoas como Briggs estavam na prisão.
A 33ª Legião Imperial alegou fazer o
mesmo, mas os anjos que compunham as lendárias fileiras do exército pessoal do
governador apenas brilhavam e prometiam o Hel se fossem desafiados.
── Acredite em mim ── disse Danika, pisoteando as escadas ── Eu vou deixar perfeitamente
claro nesta reunião que a libertação de Briggs é inaceitável.Ela iria. Mesmo
que Danika tivesse que rosnar no rosto de Micah Domitus, até ele entender seu
ponto de vista.
Não
havia muitos que ousariam irritar o Arcanjo de Crescent City, mas Danika não
hesitou. E dado que todos os sete outros chefes da cidade estariam nessa
reunião, as chances de isso acontecer eram altas. As coisas tendiam a aumentar
rapidamente quando estavam todos juntos. Lá havia pouco amor perdido entre os
seis Chefes inferiores de Crescent City, A metrópole formalmente conhecida como
Lunathion. Cada Chefe controlava um parte da cidade: a manada dos lobos em
Moonwood, o outono do Rei Feérico em Cinco Rosas, o Sub-Rei no Bairro dos
Ossos, a Rainha Víbora no mercado de carnes, O oráculo na praça velha e a Rainha
do rio - que raramente aparecia - representando a Casa de Muitos Waters e sua
corte azul bem abaixo da superfície turquesa do rio Istros. Ela raramente se
dignava a deixar isso.
Os humanos em Asphodel Meadows não tinham
cabeça. Sem assento na mesa. Philip Briggs havia encontrado mais do que alguns
simpatizantes por causa disso. Mas Micah, chefe do distrito central de
negócios, governou todos eles. Além dos títulos de sua cidade, ele era Arcanjo
de Valbara. Governante de toda esta porra de território, e respondendia apenas
aos seis Asteri na Cidade Eterna, a capital e coração pulsante de Pangera de
todo o planeta de Midgard. E, se qualquer um poderia manter Briggs na prisão,
seria ele.
Danika chegou ao pé da escada, tão abaixo
que foi cortada longe da vista pela encosta do teto. Bryce permaneceu no arco,
ouvindo Danika dizer:
──Ei, Syrinx. ── Um pequeno grito de alegria do quimera de
trinta libras subiu as escadas. Jesiba havia comprado a criatura Inferior dois meses
atrás, para o deleite de Bryce. Ele não é
um animal de estimação , Jesiba a havia advertido. Ele é um cara, uma rara criatura comprada com o único propósito de
ajudar Lehabah a guardar esses livros. Não
interfira com seus deveres. Até agora, Bryce não havia informado a Jesiba
que a Syrinx estava mais interessada em comer, dormir e fazer massagens na
barriga do que monitorar o precioso livros. Não importa que seu chefe possa ver
isso a qualquer momento, ela deveria se preocupar em verificar as dezenas de
comida com as câmeras da biblioteca.
Danika falou, o sorriso audível em sua
voz.
──
Calcinha é uma tortura, Lehabah?
O
sprite de fogo resmungou: ── Eu não uso calcinha. Ou roupas. Eles não parecem bem quando você
é feito de chamas, Danika.
Danika riu.
Antes que Bryce pudesse decidir se deveria
descer as escadas para arbitrar a partida entre o sprite de fogo e o lobo, o
telefone na mesa começou a tocar. Ela tinha uma boa ideia de quem seria.
Calcanhares afundando no carpete, Bryce alcançou o telefone antes de ir para o
correio de voz e poupando-se de uma palestra de cinco minutos.
──
Oi, Jesiba.
Uma linda e feminina voz feminina
respondeu: ── Por
favor, diga a Danika Fendyr que, se ela continuar usando o armário de
suprimentos como seu próprio armário pessoal, eu vai transformá-la em um
lagarto.
1 comentários
Eu tô tãoo bugada!
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